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Contribuir... para quê? Fazer parte... em que? Envolver-se... como? Parte 2 - Final
Por: Moacir Koepsel
É membro na IEIM de Blumenau-SC.
Pastor na IEIM em Witmarsum-SC.
e) Ml 3.10-12 – Quatro bênçãos prometidas ao dizimista.
1. Mantimento na Casa do Senhor. Sempre haverão meios para continuar as obras na Seara do Senhor.
2. Bênçãos de natureza Espiritual. “Provai-me nisto”.
3. Colheitas nos campos, bons negócios, livres de pragas em enganos.
4. Reconhecer as Bênçãos divinas, faz com que o mundo afastado de Deus, veja o testemunho dos que obedecem a Palavra de Deus. Somos chamados a renunciar o mundo por amor a Ele.
f) Dt 17.1- Quando damos a Deus as sobras, é óbvio que Ele não está em primeiro lugar em nossa vida. Honre a Deus com a primeira parte da sua colheita, do seu dinheiro, seu tempo e seus talentos.
g) 2 Co 8.8 – A contribuição não deve ser imposta ou exigida. Deve surgir voluntariamente de um coração cheio de amor a Deus e ao próximo; cumprindo assim o primeiro e o segundo mandamento.
h) 2 Co 8.3-6 – O Reino de Deus é propagado por meio da preocupação e da forte disposição que os crentes têm em ajudar uns aos outros. Unindo-se a outros crentes para fazer a obra de Deus, você promove o desenvolvimento da unidade cristã e ajuda o reino de Deus a crescer.
Doar é uma proposta natural do crente que cresce no amor cristão.
i) 2 Co 9.6-8 – A Lei da devolução opera tanto no mundo Espiritual, moral, como no mundo físico. Pois a suficiência da graça divina:
1) toca em todas as áreas da Vida – Em tudo.
2) opera em toda hora da vida – Sempre.
3) destina-se a toda boa obra na vida – Em suficiência.
Deus está interessado em: Como contribuímos, e não, no quanto contribuímos.
j) 2 Co 9.12-15 – não devemos esperar que nos tornemos ricos ao doar, ofertar e dizimar, e sim, a medida que abençoamos outros, somos abençoados.
No contribuir está em evidência a nossa obediência em confessar o Evangelho de Cristo.
1) Beneficia a nós como ofertante.
2) Beneficia aqueles que recebem a oferta – produz a oração e amor naqueles que recebem em favor dos que dão dízimos e doações.
3) Suscita glória e graças a Deus.
A Salvação em Cristo é o dom inefável e motivo perfeito para incentivar todo e qualquer sacrifício em doar, ofertar e dizimar sem fronteiras e com alegria.
“Deus abrirá as janelas do céu”.
Experimente e verás!
3) Mal uso do dinheiro. Ezequiel 7.19-20
Que este ponto nos sirva como alerta e sinal vermelho.
v.19 – O povo de Deus permitiu que o amor pelo dinheiro o levasse ao pecado. Por esta razão, o Senhor destruiu a estrutura daquela sociedade. O dinheiro tem um estranho poder de levar as pessoas ao pecado. O apóstolo Paulo disse que: “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”, 1Tm 6.10. É irônico usarmos o dinheiro, que nos é garantido por Deus, para comprar coisas que nos afastam Dele.
É trágico gastarmos tanto para tentar satisfazer a nós mesmos, e passarmos tão pouco tempo buscando a Deus, a verdadeira fonte de satisfação. No final Deus reconhecerá tudo isso como algo inútil, um fardo, um tropeço.
v.20- Deus garantiu a seu povo; prata, ouro. Mas este o utilizou para fazer ídolos. Os recursos que Deus nos dá devem ser usados para fazermos a sua obra e a sua vontade, mas frequentemente os usamos para satisfazer os nossos desejos.
Quando abusamos dos presentes de Deus ou usamos os recursos que temos de forma egoísta, perdemos o verdadeiro proposto que Deus tinha em mente. Este é um erro tão grande quanto a idolatria.
Não gera bênção nem ajuda ao próximo, conduz-nos ao caminho da perdição.
Conclusão
Doar, ofertar e dar o dízimo é um ato de obediência a Deus.
E fazendo-o é uma forma de louvor e adoração.
Demonstra a nossa gratidão a Deus, o qual, em resposta nos abençoa e nos desafia a abençoar.
É um sacrifício no altar na casa do Senhor com cheiro agradável com gratidão pelo seu amor demonstrado a nós na cruz.
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